Banks and financial institutions are the target of six in ten fraud attempts in Brazil, according to Serasa Experian. Thus, anti-fraud and anti-money laundering (AML) practices have always been extremely important for financial institutions.
However, as financial services become increasingly digital and on-chain, traditional defenses are no longer enough to protect systems and customers.
KYT ("Know Your Transaction") is a direct response to that challenge. It provides continuous, real-time monitoring that traditional compliance processes cannot.
What is KYT
While KYC ("Know Your Customer") processes help institutions assess risk through identity verification, KYT goes a step further: it analyzes the actual data behind every financial action in a client's account to surface possible red flags. KYC verifies who you are. KYT looks at behavior, patterns and destination.
KYT uses sophisticated rulesets to monitor customer transactions for anomalous activity that could indicate financial crime. Used alongside other AML controls, its goal is to prevent bad actors from using the platform to launder funds or move illicit value.
Consider a concrete example: a store receives hundreds of small fragmented payments from different people within minutes and immediately routes everything out. It could be legitimate. But it is a pattern that warrants a closer look. KYT is precisely that look: automated, constant and precise.
How does KYT work in practice
KYT involves continuously monitoring, analyzing and tracking client transactions. It breaks down into three steps.
Data analysis: By collecting data from each transaction, including sender and recipient identifiers, amount, currency, date and time, and, where applicable, IP address and device, the system learns normal behavior and patterns. Any meaningful deviation is flagged.
Risk assessment: When a transaction is flagged, an investigation begins. A compliance analyst reviews it and, when needed, works with account managers to examine the origin, purpose and nature of the flagged activity in depth.
System improvement: The cycle closes with feedback from investigations. Analyst decisions refine the rules to reduce false positives and strengthen detection over time, making the system progressively more accurate.
How Unblock handles KYT
At Unblock, every transaction passes through two complementary layers of analysis: the wallet and the transaction itself:
Wallet screening: Before funds move, we screen the counterparty address against a continuously updated risk database. Each address carries a risk profile built from its history and its connections: sanctioned entities, darknet markets, ransomware, scams, mixers and other high-risk categories. An address is rarely risky in isolation. What matters is its exposure, meaning the funds that reach it directly or indirectly from a flagged source.
Real-time transaction screening: When a transaction is submitted, our integration with Chainalysis KYT scores it in real time. It traces the flow of funds across the blockchain, measures direct and indirect exposure to risky categories, and returns a risk score. Transactions that cross our internal thresholds are automatically held for review rather than settling silently.
But without a qualified team, tools aren’t enough. It’s all about a collaboration between them.
When a wallet or transaction crosses a threshold, a compliance analyst investigates the origin of funds, the purpose, the counterparties and the broader pattern. Based on that, the transaction can be cleared, blocked, or escalated for reporting to the competent authorities.
Finally, we follow with continuous calibration. Every analyst decision feeds back into our rules, reducing false positives and sharpening detection over time.
Bancos e instituições financeiras são o alvo de seis em cada dez tentativas de golpe no Brasil, de acordo com a Serasa Experian. Por isso, as práticas de antifraude e de prevenção à lavagem de dinheiro (AML) sempre foram extremamente importantes para as instituições financeiras.
No entanto, à medida que os serviços financeiros se tornam cada vez mais digitais e on-chain, as defesas tradicionais não são mais suficientes para proteger sistemas e clientes.
O KYT ("Know Your Transaction") é uma resposta direta a esse desafio. Ele oferece um monitoramento contínuo em tempo real que os processos tradicionais de compliance não conseguem proporcionar.
O que é o KYT
Enquanto os processos de KYC ("Know Your Customer") ajudam as instituições a avaliar riscos por meio da verificação de identidade, o KYT vai além: ele analisa os dados reais por trás de cada ação financeira na conta de um cliente para identificar possíveis alertas. O KYC verifica quem você é. O KYT observa comportamento, padrões e destino.
O KYT usa conjuntos de regras sofisticados para monitorar as transações dos clientes em busca de atividades anômalas que possam indicar crime financeiro. Usado em conjunto com outros controles de AML, seu objetivo é impedir que agentes mal-intencionados utilizem a plataforma para lavar recursos ou movimentar valor ilícito.
Considere um exemplo concreto: uma loja recebe centenas de pequenos pagamentos fragmentados de pessoas diferentes em poucos minutos e imediatamente repassa tudo para fora. Pode ser legítimo. Mas é um padrão que merece um olhar mais atento. O KYT é exatamente esse olhar: automatizado, constante e preciso.
Como o KYT funciona na prática
O KYT envolve o monitoramento, a análise e o rastreamento contínuos das transações dos clientes. Ele se divide em três etapas.
Análise de dados: Ao coletar dados de cada transação, incluindo identificadores do remetente e do destinatário, valor, moeda, data e hora e, quando aplicável, endereço IP e dispositivo, o sistema aprende os comportamentos e padrões normais. Qualquer desvio relevante é sinalizado.
Avaliação de risco: Quando uma transação é sinalizada, uma investigação é iniciada. Um analista de compliance a revisa e, quando necessário, trabalha com gestores de contas para examinar em profundidade a origem, o propósito e a natureza da atividade sinalizada.
Aprimoramento do sistema: O ciclo se fecha com o feedback das investigações. As decisões dos analistas refinam as regras para reduzir falsos positivos e fortalecer a detecção ao longo do tempo, tornando o sistema progressivamente mais preciso.
Como a Unblock opera com KYT
Na Unblock, cada transação passa por duas camadas complementares de análise: a wallet e a própria transação.
Triagem de wallets: Antes que os fundos se movimentem, triamos o endereço da contraparte em um banco de dados de risco continuamente atualizado. Cada endereço carrega um perfil de risco construído a partir de seu histórico e de suas conexões: entidades sancionadas, darknet markets, ransomware, golpes, mixers e outras categorias de alto risco. Um endereço raramente é arriscado de forma isolada. O que importa é sua exposição, ou seja, os fundos que chegam a ele direta ou indiretamente a partir de uma fonte sinalizada.
Triagem de transações em tempo real: Quando uma transação é submetida, nossa integração com o Chainalysis KYT a pontua em tempo real. Ele rastreia o fluxo de fundos ao longo da blockchain, mede a exposição direta e indireta a categorias de risco e retorna uma pontuação de risco. Transações que ultrapassam nossos limites internos são automaticamente retidas para revisão, em vez de liquidadas silenciosamente.
Mas sem uma equipe qualificada, as ferramentas não são suficientes. O que importa é a colaboração entre ambos.
Quando uma wallet ou transação ultrapassa um limite, um analista de compliance investiga a origem dos fundos, o propósito, as contrapartes e o padrão mais amplo. Com base nisso, a transação pode ser liberada, bloqueada ou encaminhada para reporte às autoridades competentes.
Por fim, seguimos com calibração contínua. Cada decisão dos analistas retroalimenta nossas regras, reduzindo falsos positivos e aprimorando a detecção ao longo do tempo.